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Geagea diz que diálogo é uma perda de tempo, distração da eleição presidencial
 
 
 
 
 
 
12-09-2015
 
Líder das Forças Libanesas, Samir Geagea, disse que sua fé em diálogo não o impediu de se recusar presidente da Câmara, Nabih Berri iniciativa de.

"Esse diálogo será um mero desperdício de tempo e só deve distrair a atenção das pessoas para longe do principal ponto de interesse - o que é a eleição de um presidente", disse Geagea em uma entrevista com o jornal do Qatar "Al-Watan", afirmando que só as eleições presidenciais iria salvar o Líbano do impasse em vigor.

O líder da LF passou a confirmar que, mesmo que o gabinete se demitiu, o estado não estaria marcado no vácuo total.

"O gabinete continuará a ser um um guarda", ele explicou.

Além disso, Geagea culpou a crise do lixo em fogo brando em um estado gigantesco de corrupção em todo o país ", além de corrupção política", acrescentou.

Ele reiterou sua candidatura presidencial, considerando a eleição de um presidente pelo povo como uma grande mudança para o regime libanês.

"Este passo exige uma profunda reflexão, para não mencionar implica algumas alterações constitucionais que são impossíveis de alcançar estes dias", disse Geagea.

Ele declarou forte apego a um acordo de Taef, considerando que não há alternativa ao referido acordo até agora.

"As manifestações actualmente a ser testemunhado no Líbano ter aberto os olhos das pessoas para os vários lados de corrupção e má gestão na administração do Estado libanês", acrescentou.

Tocando sobre a crise síria, Geagea sugeriu a formação de uma força árabe unida para salvar a situação.

"O povo sírio costumava sofrer um problema, e agora eles sofrem dois!" Geagea proclamou, segurando o Irã responsável por caos na Síria.

"Qualquer plano que dá um papel para a Assad, mesmo um simbólico, não terá sucesso", afirmou como comentando sobre o projeto apresentado pela Staffan de Mistura, o enviado especial da ONU para a crise na Síria.
Geagea passou a culpar o regime baathista para a migração cristã da Síria. Quanto a sua visita ao Qatar, o chefe da LF disse que era para conversações políticas sobre desenvolvimentos nas cenas locais e regionais.

"Há um olhar estratégico para as questões relativas à forma como as coisas estão se movendo na região (...) tudo de uma forma que se adapte o século 21", acrescentou Geagea.
 
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