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Documento Político do 14 de Março Pede Fim da 'Hegemonia das Armas'
 
 
 
 
 
 
11-03-2011
 
Na véspera de uma reunião em massa esperada na Praça dos Mártires para comemorar o aniversário de 14 de Março, as forças do 14 de Março endossaram na quinta-feira um documento político depois de uma ampla reunião no Hotel Bristol em Beirute, que foi assistida pelos líderes da coalizão, membros do parlamento, políticos e ativistas.

"O movimento pró-independência tinha estendido a sua mão a outro campo em uma tentativa de trazer todos sob as asas do estado, mas outros partidos, principalmente o Hizbullah, organizaram o seu golpe depois de se recusar a reconhecer o fim da tutela da Síria," o 14 de Março disse no documento, cujas cláusulas foram recitadas pelo membro do parlamento Marwan Hamade depois da reunião.

A coalizão pede no documento "para limitar a missão de defender a soberania ameaçada do Líbano ao estado exclusivamente, através do país inteiro inclusive os campos de refugiado palestinos."

"Por isso, terminando a hegemonia de armas sobre a vida política e social no Líbano e terminando aquela moda passageira que fez a defesa o Líbano 'uma especialização' facionária e que divide os libaneses em duas categorias."

O documento do 14 de Março acusa o campo liderado pelo Hizbullah da tentativa "de impor uma teoria que sugere que o Líbano seja um campo de batalha aberto e que as armas do Hizbullah são superiores a liberdade, independência, prosperidade, lei e justiça."

Ele também acusa o campo rival da tentativa de mutilar a justiça "obstruindo o estabelecimento do Tribunal Especial do Líbano."

Entre os objetivos do campo do 14 de Março mencionados pelo documento está "defender a liberdade do Líbano prevenindo a exploração da religião de fins políticos e a justificativa do uso da violência sob o pretexto da religião."

"O aniversário 14 de Março se dá neste ano entre as revoltas nas nações árabes que transportam os valores éticos de liberdade, justiça e dignidade, e rejeitam a hegemonia, a dominação e a autocracia," o documento observa.

"As revoltas árabes parecem-se com a Revolta da Independência, durante a qual os libaneses tomaram às ruas e se esforçam pela independência, liberdade, justiça, dignidade e a construção da liberdade, pela declaração."

Segundo o documento político, as forças do 14 de Março tinham realizado "uma rede de segurança" isto produziu a Resolução de Conselho de Segurança 1701 da ONU "que aspira proteger o Líbano da hostilidade de Israel."

"Mantemos para o Líbano a diversidade, liberdade e democracia; o estado de lei e instituições legítimas. Mantemos o apoio da causa palestina, especialmente a subida de um estado independente e o direito do regresso. Mantemos para a soberania do estado sobre dos seus territórios inteiros e o dever de liberar os territórios ainda abaixo da ocupação (israelense).

"Mantemos para as resoluções da legitimidade internacional que apoiam a soberania de Líbano, a independência e a justiça. Mantemos para a diversidade das nossas crenças religiosas, ideológicas e políticas … rejeitamos a subida de pequenos estados dentro do estado e rejeitamos qualquer golpe," realçam as forças do 14 de Março no seu documento político.
 
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