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Hariri Diz que as Armas do Hizbullah são 'um Problema Nacional que Precisa de uma Solução Nacional'
 
 
 
 
 
 
02-03-2011
 
O Primeiro Ministro Interino Saad Hariri frisou nesta segunda-feira que as armas do Hizbullah se tornaram um "problema nacional" que precisa de uma "solução nacional."

Hariri chamou o campo liderado pelo Hizbullah a "confessar que este problema se tornou um problema nacional por excelência que precisa de uma solução nacional por excelência, antes de qualquer coisa."

"Pois isto está envenenando tudo mais e não permitiremos daqui por diante o envenenamento da memória de nossos mártires, todos os nossos mártires: os mártires da Revolução Cedar e os mártires da resistência contra Israel," disse o premier interino durante uma reunião na Casa Central com ministros do Movimento Mustaqbal, MPs e oficiais.

Ele observou que as forças do 14 de Março "aguardaram durante um mês pela resposta do Primeiro Ministro designado (Najib Miqati) relacionada a três pontos: o compromisso do (novo) governo em colocar um ponto final na supremacia de armas através da vida política no Líbano, seu compromisso com o Tribunal Especial para o Líbano e seu compromisso com a Constituição de Taef."
"É claro, conforme todos esperavam, a resposta não veio. Depois de um mês, as forças do 14 de Março consideraram a ausência de uma resposta como uma resposta por si só, ou mais explicitamente, uma ausência de decisão e uma ausência de desejo, e então eles anunciaram a todos os Libaneses que seu lugar não era no governo," Hariri continuou dizendo.
Ele frisou que "a supremacia das armas sobre a vida pública e cultural no Líbano é o problema… que previne a regularização da vida política em nosso país."
Hariri acusou o campo rival de torpedear uma alegada iniciativa saudita em manter uma conferência de reconciliação regional em Riyadh.

"Não ouvimos nada de vocês comentando sobre a realidade desta iniciativa. Tudo o que ouvimos, novamente, foram acusações de traição e falsas alegações," disse o premier atuante.

"O sistema libanês e a vida econômica, social, cultural, política e constitucional, e assim como o direito do povo libanês em assegurar e salvar vidas, nunca será atingido enquanto estas armas estiverem prontas a serem usadas contra seus compatriotas," adicionou Hariri.

Ele acusou o campo liderado pelo Hizbullah de tentar "destruir a imagem do Presidente Michel Suleiman”.
"Queremos lhes dizer que se vocês possuem armas, isto não significa que vocês estão certos. As armas podem dar controle, porém elas não dão maioria. A maioria é produzida pelas urnas eleitorais, sem armas."

Hariri declarou que as forças do 14 de Março decidiram "tomar as ruas em 14 de março de 2011 para recusar a tutela das armas sobre nossa Constituição e vida nacional."
Ele pediu pela manutenção do Tribunal Especial para o Líbano apoiado pela ONU, frisando que "o assassinato de Rafik Hariri não foi um acidente e o assassinato dos mártires da Revolução Cedar não foi uma coincidência."
Em uma entrevista com o jornal porta-voz de seu movimento al-Mustaqbal publicada nesta segunda-feira, Hariri frisou que as forças do 14 de Março rejeitaram no domingo a fazerem parte do governo de Najib Miqati que objetiva "eliminar" o Tribunal especial para o Líbano.

"Eles querem que nos tornemos parte de um governo que busca eliminar o tribunal internacional da declaração política," Hariri disse ao jornal, referindo-se pás forças do 8 de Março.

O 14 de Março "via isto no interesse do Líbano e os libaneses em moverem-se em uma oposição nacional real que responde aos requerimentos de um sistema democrático," disse Hariri.

A nova oposição deveria "preservar a nação" contra esforços de mirar contra a constituição e o Acordo de Taef, ele adicionou.

Quando perguntado sobre se a decisão do 14 de Março em se tornar a nova oposição seria o início de uma campanha para as eleições parlamentares de 2013, Hariri disse : "Este assunto não é ligado ao poder. É sobre coisas essenciais que afetaram a vida pública."

Ele disse que as próximas eleições serão uma oportunidade para que os libaneses "salvem o sistema democrático" das armas do Hizbullah.

No domingo, as forças do 14 de Março anunciaram oficialmente sua recusa em fazer parte do novo governo do país.

As forças do 14 de Março "rejeitaram em legitimar o golpe … e rejeitaram em se tornar observadores que não podem prevenir violações," disse a coalizão em uma declaração recitada pelo ex-PM Fouad Saniora depois de uma reunião extraordinária para seus 60 MPs no Hotel Bristol em Beirute.

Em 12 de janeiro, o Hizbullah e seus aliados arruinaram o gabinete de Saad Hariri em uma longa batalha com relação ao Tribunal Especial apoiado pela ONU.

Najib Miqati apoiado pelo Hizbullah foi nomeado a formar um novo governo, cuja aliança de Hariri recusou-se em se unir e rotulou como o "governo do Hizbullah ".
Hariri recusou-se a se unir ao governo de Miqati sem garantias de que seu gabinete veria diretamente o tribunal.
Hizbullah enquanto isto está demandando que o Líbano termine toda a cooperação com a corte, que diz ser uma conspiração dos EUA-Israel.

Embora Hariri e seus aliados venceram as últimas eleições parlamentares do Líbano em 2009, alianças desviadas posicionaram o campo liderado pelo Hizbullah como a maioria depois que o líder Druzo Walid Jumblat se aproximou do partido Shiita.
 
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