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Hariri: 'Nunca pararemos de proteger o Líbano”
 
 
 
 
 
 
15-01-2011
 
O primeiro ministro Saad Hariri encontrou-se com o Presidente Michel Sleiman no Palácio Baabda na sexta-feira, depois Hariri se dirigiu ao povo libanês, afirmando os fatos da situação sociopolítica atual, e prometendo que ele nunca deixaria de tentar salvar o país da luta.

Hariri se dirigiu a Sleiman com a avaliação mais profunda do papel patriótico e responsável de Presidente, a sua cooperação e esforço incansável para agarrar-se à constituição. A reunião entre os dois funcionários foi uma ocasião para Hariri revelar os resultados das suas conversas em Nova York, Washington, Paris, e Ancara. Essas conversas se deram junto com o esforço contínuo de Hariri para proteger o Líbano da luta, "nunca deixaremos de tentar proteger o Líbano de cair no desconhecido." No momento em que Hariri conversava com líderes mundiais para encontrar um caminho fora da crise política presente, os Ministros do 8 de Março se demitiam em massa. "Isto abriu a porta ampla para uma crise governamental, com conseqüências desconhecidas."

O Primeiro-ministro interino confiou os fatos no momento em que o futuro do país pareceu bastante incerto. Hariri louvou o esforço meticuloso saudita-sírio que ancorou a paz e deu à luz à Cúpula Tripla em Baabda, e decidiu que uma atmosfera objetiva desenvolvesse um conjunto de idéias e tratasse das conseqüências do STL. Comprometido com a unidade nacional e a vida comum, a ação foi necessária para pôr em prática essas idéias. "Guardamos os nossos votos neste aspecto, especialmente ao Zelador das Duas Mesquitas Sagradas, e alguém relacionou-se a idéias ditas." Contudo, quando as promessas não foram postas em ação, ficou evidente que os sacrifícios pessoais e nacionais estiveram em jogo, sem resultados positivos ao Líbano ou ao seu governo. "Isto trouxe esforços fraternais a um beco sem saída," ele disse.

Triste pelo fim abrupto de esforços sauditas-sírios para ajudar o Líbano, Hariri confirmou que qualquer futura tentativa neste domínio se realizará sob a boa gerência do Rei Abdullah Bin al Aziz, com a colaboração do Presidente Bashar Assad. Hariri insistiu que a ajuda ao Líbano adquirida da Arábia Saudita foi devida a uma decisão histórica tomada pelo Rei Abdullah al Aziz, uma decisão que não será impedida por tentativas de sabotagem internas ou estrangeiras.

A resignação de 11 Ministros do governo de unidade nacional é um direito constitucional, segundo Hariri. Contudo, ele temia que isto refletisse simplesmente o fracasso de Líbano em formar um governo de unidade nacional. Além disso, a resignação em massa de Ministros de Oposição foi contra o espírito do acordo de Doha, que todos os partidos políticos aceitaram cumprir. Àquele efeito, Hariri foi duro para não permitir a ninguém mexer na constituição ou dar volta às responsabilidades constitucionais do Primeiro-ministro. "Eu e todos os meus aliados e os amigos no Parlamento participaremos em consultas parlamentares, segundo a constituição, e cooperaremos com o Presidente à extensão máxima para formar um novo governo que cumpre as necessidades do acordo nacional e dar ao país uma possibilidade de razão e lógica para conquistar a tensão e o escalamento." Hariri emitiu um pedido aos libaneses que o seu país precisava deles, mas ele também precisava de liderança sábia. O diálogo nacional, mais uma vez, ganhou o dia como a única solução para os problemas do Líbano. "Nenhum partido pode acabou com o outro no Líbano."

O Primeiro Ministro interino prometeu sustentar a sua vontade de cooperar com todas as lideranças com base em diálogo e alcance de soluções comuns razoáveis para problemas, não importa quão difícil possa ser. "Vamos deixar claro que nunca persegui o poder ... e [dado a escolha] entre poder e a dignidade da minha família e orgulho do libanês, escolho a honra do Líbano e a dignidade dos libaneses." Hariri reafirmou que ninguém pode forçá-lo a aceitar algo que ameaçaria à unidade do Líbano ou prejudicar qualquer grupo de libaneses.

Hariri terminou rogando aos libaneses que aprendam com experiências passadas e lembrem que ninguém foi maior do que o seu país.
 
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